6/12/2006

Projetos

PREFEITURA MUNICIPAL DE IPIRANGA DO SUL
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM JOÃO BECKER

PROJETO

O COMPUTADOR COMO MEDIADOR NO PROCESSO DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO


Ipiranga do Sul, março de 2006.

1.0- TEMA: Informática na Educação


2.0- OBJETIVOS:

2.1- OBJETIVO GERAL

- Inserir o computador na criação de ambientes de aprendizagem que enfatizem a construção do conhecimento, provocando um redimensionamento dos conceitos, possibilitando a busca e compreensão de novas idéias e valores.


2.2- OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Promover o aperfeiçoamento dos professores e alunos na área de informática;

- Utilizar o computador na Educação Infantil e no Ensino Fundamental como auxiliar nas disciplinas e conteúdos do currículo;

- Dar condições para o aluno construir seu conhecimento através do uso do computador;

- Integrar os conteúdos através da informática;

- Usar software educacionais que contribuam na ação pedagógica do educador;

- Estimular novas metodologias;

- Proporcionar a pesquisa através da Internet;

- Disponibilizar os recursos tecnológicos como forma construtiva e interdependente;

- Desenvolver trabalhos interdisciplinares;
- Oferecer aos alunos possibilidades de se manterem informados através do uso da Internet.


3.0 – JUSTIFICATIVA

Segundo VALENTE ( 1999 ) “ A utilização do computador na educação é tão remota quanto o advento comercial do mesmo”. O uso do computador na educação tem sido um grande desafio para os pesquisadores e educadores, sua função até pouco tempo foi a de armazenar informações e transmiti-las ao aprendiz.

Usou-se o computador para aquisição de conceitos computacionais, como princípios de funcionamento, noções de programação e implicações do mesmo na sociedade. Há alguns anos, a escolha dos educadores restringia-se a duas opções: Programas de Instrução e Linguagem de Programação Logo.

Baseado nesta visão o município de Ipiranga do Sul trabalhou informática como curso extracurricular para que os alunos tivessem acesso ao computador nos anos de 1994 a 2000. Com esta experiência chegou-se a conclusão que desvinculada das disciplinas e conteúdos educacionais a informática na educação fica fragmentada, isolada sem fins em si mesma.

Muito se questiona a inserção da disciplina de Informática ou “ Introdução à Informática” no currículo, cujo único objetivo seria ensinar computação. Certamente o aluno conheceria o computador, porém, do ponto de vista educacional, não alteraria o modo de como os conteúdos das outras disciplinas seria ministrado.

Embora os usos iniciais do computador na educação enfatizassem o uso da tecnologia como uma alternativa para a prática de transferir informações aos alunos (instrucionismo ) , as aplicações mais recentes têm enfatizado o uso do computador como uma ferramenta educacional que requer dos educandos muito mais envolvimento. Novas tecnologias têm sido acopladas ao computador propriamente dito amplificando seu poder de construir ambientes de aprendizado.

A Informática na educação deve enfatizar a contextualização do conhecimento construído pelo aluno, e o professor deve ter condições de recontextualizar o aprendizado e as experiências vividas pelos mesmos para sua sala de aula, compatibilizando com seus objetivos pedagógicos


4.0- METODOLOGIA


-Será criado um laboratório de informática na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom João Becker com dez computadores ligados a Internet;

- Realização de cursos na área de informática para todos os professores da escola;

- Contratação de dois Técnicos em informática para auxiliarem os professores durante as aulas;

- Aquisição de software educativos que estejam em consonância com a Proposta Político Pedagógica da escola e com seu Plano de Estudos;

- Os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental terão acesso ao laboratório nos seus horários normais de aula e usarão os mesmos durante os períodos das disciplinas em que os professores usarem o computador como subsídio;


- Além do uso nas diversas disciplinas do currículo o laboratório também será usado durante uma hora por semana por cada turma da escola. Neste dia a turma será monitorada pelo Técnico em Informática, o qual dará auxílio para que o aluno faça suas pesquisas, como também trabalhará noções gerais de informática;

- Organização dos horários;

- Todos os professores terão acesso aos computadores para que enriqueçam sua metodologia.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PROJETO
O projeto é desenvolvido na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom João Becker com o acompanhamento da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A Escola possuí Educação Infantil a partir dos 04 anos de idade e Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série. Durante a manhã freqüentam as aulas os alunos de 4ª a 8ª séries e no período da tarde os alunos de Jardim a 3ª série.
As aulas de informática não fazem parte do currículo, pois os professores das turmas e das disciplinas levam seus alunos durante os períodos de aula ao laboratório de informática para que possam usar as aplicações computacionais para assegurarem melhor qualidade à sua prática educacional.

Durante todo o tempo o professor Técnico em informática acompanha as aulas.

Quando os professores de 5ª a 8ª série usam a sala de informática agendam o horário com antecedência. Além desses horários os alunos freqüentam aulas uma vez por semana.

PREFEITURA MUNICIPAL DE IPIRANGA DO SUL
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL DOM JOÃO BECKER

PROJETO


INGLÊS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS



Ipiranga do Sul, fevereiro de 2006.




1.0 TEMA: Inglês



2.0 JUSTIFICATIVA

As crianças pequenas têm uma extraordinária capacidade de aprendizagem. Pesquisas do campo da neurologia demonstram que os dois hemisférios cerebrais desempenham diferentes funções e que, na infância, esses hemisférios trabalham de forma mais eficiente. “O lado esquerdo do cérebro é o lado lógico, analítico; enquanto o direito é o lado criativo, responsável pelas emoções, percepção e construção de modelos e estruturas de conhecimento. O hemisfério direito é a porta de entrada das experiências e a área de processamento para transformá-las em conhecimento”. “Portanto, o desempenho superior das crianças pode estar relacionado à maior interação entre os dois hemisférios cerebrais. Ou seja, no cérebro de uma criança, os dois hemisférios trabalham de forma mais eficaz do que no cérebro de um adulto, correspondendo a uma maior interligação ao período de aprendizado máximo”.
Com base nos apontamentos do pesquisador SCHÜTZ (2003), por razões de ordem biológicas e psicológicas, quanto mais cedo a criança venha a ter o contato com a LI melhor torna-se o ritmo de assimilação da língua alvo.Também de acordo com as teorias do pesquisador BROWN (2001), a linguagem desenvolve-se com mais eficácia durante a infância.
Essa visão leva nos a ver, mais uma vez, o uso da LI nas séries iniciais, de forma a desenvolver as potencialidades individuais e ao mesmo tempo o trabalho coletivo. Isso implica o estímulo à autonomia do sujeito, desenvolvendo o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades. Assim, o aluno pode perceber que através do seu trabalho e do seu esforço ele pode transformar e intervir no meio onde vive, e que a escola é um dos caminhos para que isso aconteça.

Portanto, é fundamental que se considere os interesses e as motivações dos alunos e que se garanta as aprendizagens essenciais para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participantes, capazes de atuar com competência, dignidade e responsabilidade na sociedade em que vivem, utilizando sua própria língua ou outra, e sendo capazes de se comunicar e atuar como cidadãos, formando assim sua própria história.
Destacamos o pensamento de ORLANDI (2003), o qual nos mostra que ao mesmo tempo em que é constituída, linguagem é um fator importante para o desenvolvimento mental, exercendo uma função organizadora e planejadora do pensamento. Isto nos leva a observar que a linguagem tem uma função social e comunicativa. Ao notarmos as funções que a linguagem possui, de acordo com ORLANDI (2003), fundamentamos que a partir da interação social, da qual a linguagem é expressão fundamental, o sujeito constrói sua própria identidade.
Ainda em conformidade com ORLANDI (2003) e BRANDÃO (2002), podemos ressaltar que através da ação o ser humano tem acesso ao mundo físico-social, e na mesma linha sobre a ação que o ser humano exerce sobre o mundo, pois através da atividade social é que esse mundo será transformado em um significado, em conhecimento e linguagem. Ao adentrarmos nos conceitos de linguagem, com base nas teorias de Lev Vygotsky, podemos notar que a linguagem é ligada ao fator que cada indivíduo possui dentro do seu processo de pensamento. No âmbito do pensamento e da inteligência, o homem utiliza “ferramentas que auxiliam os processos psicológicos da fala, nas ações concretas.” (OLIVEIRA, 1993, p. 30)
De uma forma geral, sem nos adentrarmos em concepções mais profundas a respeito do termo linguagem, podemos concluir que “o ser humano só existe dentro do mundo e o mundo só existe dentro da linguagem”. (ORLANDI, 2002, p. 15).

Após uma extensa investigação, iniciada há meio século com seus filhos e outras crianças de seu meio, o psicólogo suíço Jean Piaget percebeu que as crianças possuem uma forma particular de pensar e entender, chegando à formulação teórica do desenvolvimento cognitivo (infantil). Segundo ele, o Período Operatório Concreto (07 aos 11 anos), é o período onde as palavras tornam-se instrumento do processo do pensamento e a criança torna-se mais comunicativa. Por meio desta concepção da teoria de Piaget, podemos notar uma das razões para o ensino da LI nas séries iniciais do ensino fundamental.
Essas considerações teóricas, no tocante a discussão sobre linguagem e desenvolvimento cognitivo, mostram a capacidade intelectual da criança para aprendizagem de uma Língua Estrangeira (LE), em particular o Inglês.
As crianças assimilam uma LE, em particular o Inglês, com maior naturalidade quando começam mais cedo, pois dessa forma poderão dedicar mais tempo ao aprendizado da língua alvo, acumulando um conhecimento maior e mais sólido. Sobre a aprendizagem, OLIVEIRA (1992, p. 33) salienta que “a aprendizagem desperta processos internos de desenvolvimento que somente podem ocorrer quando o indivíduo interage com outras pessoas”.
Algumas das razões para o ensino da LI para criança deriva-se da sua curiosidade, sendo este um grande fator de motivação, que é essencial ao aprendizado. As aulas de LI para crianças que freqüentam as séries iniciais devem ser bastante lúdicas, principalmente para as crianças mais jovens. No ensino da LI, de início, não se deve perseguir a perfeição, mas sim animar o educando a tentar se expressar na língua em estudo.
Um dos principais fatores a que se deve ter atenção ao trabalhar qualquer LE nas séries iniciais é o vocabulário. Este deve ser aprendido pela criança, sempre que possível, através do uso de objetos referidos, autênticos, ou com representação de material audiovisual. Para melhorar a pronuncia, é ótimo o uso de fitas ou CDs em que o educando das séries iniciais possa ouvir um nativo da língua sempre que necessário.
O professor deve apresentar a matéria de forma interessante e significativa para cada faixa etária, podendo utilizar-se de jogos, músicas, vídeos, entre outros que ajudarão na fixação da matéria. O pesquisador BROWN (2001) acredita que quanto mais a criança é exposta a uma palavra, maior será a retenção da mesma, e que quanto maior o engajamento no processo de aprendizagem de uma LE, mais a criança incorporará essas novas palavras.
Quando o inglês é apresentado como diversão, as crianças passam a ser estimuladas e desenvolvem uma ótima capacidade de concentração. Através de trabalhos lúdicos, a criança passa a ter uma finalidade em seu aprendizado. “Conseqüentemente, caberá ao professor dar uma melhoria da qualidade do processo de ensino-aprendizagem, cabendo a ele desenvolver novas práticas didáticas que permitam aos discentes um maior aprendizado.” (NUNES, 2004, ON-LINE).

Por meio de uma aula lúdica, a criança passa a ser estimulada, tendo uma nova vazão em seu aprendizado.

Assim:
As atividades lúdicas têm o poder sobre a criança de facilitar tanto o progresso de sua personalidade integral, como o progresso de cada uma de suas funções psicológicas intelectuais e morais. Ademais, a ludicidade não influencia apenas as crianças, ela também traz vários benefícios aos adultos, os quais adoram aprender algo ao mesmo tempo em que se distraem (NUNES, 2004, ON-LINE)

Ainda com base nos apontamentos de NUNES (2004) vemos que :

As atividades lúdicas, geralmente, são mais empregadas no ensino da matemática, contudo, elas devem ser inseridas na prática de outras disciplinas, como é o caso da língua estrangeira. Pois, assim, ela facilitará o aprendizado da mesma e motivará, tanto crianças como adultos, a aprenderem. Desse modo, percebe-se o quão é importante a ludicidade no contexto escolar, visto que ela proporciona uma maior interação entre o estudante e o aprendizado, fazendo com que os conteúdos fiquem mais fáceis aos olhos dos alunos, os quais ficam mais interessados em assistir à aula. (ON-LINE)

Assim, a criatividade e a curiosidade das crianças estarão sendo bastante estimuladas, passando a desenvolver uma ótima capacidade de concentração. Além disso, “quanto mais cedo a pessoa tiver contato com outro idioma, melhor. Nós nascemos com habilidades de discriminar os sons de qualquer língua, mas perdemos isso com o passar dos anos. Essa capacidade é mais aguda nos primeiros 5 anos de vida” .
Contudo, precisamos lembrar que nas séries inicias o professor de Inglês não deve cobrar e nem ensinar enfoques gramaticais da Língua Inglesa, pois durante esta fase da vida escolar, a apresentação do Inglês deve-se dar através de forma alegre e prazerosa, para que a criança sinta-se sempre motivada.
Independentemente de reconhecer-se a importância do aprendizado de uma Língua Estrangeira (LE), consideramos necessário apontar algumas justificativas do porquê de se ensinar a Língua Inglesa nas séries inicias.

O caso típico é o papel que o Inglês representa em função do poder e da influência da economia norte-americana. Essa influência cresceu ao longo deste século, principalmente a partir da Segunda Guerra Mundial, e atingiu seu apogeu na chamada sociedade globalizada e de alto nível tecnológico, em que alguns indivíduos vivem neste final de século. O Inglês, hoje, é língua mais usada no mundo dos negócios, e em alguns países como Holanda, Suécia e Finlândia, seu domínio é praticamente universal nas universidades. (BRASIL, MEC, 1998, p. 23)

Porém, apresentação da LI nas séries inicias, é para alertar os profissionais sobre as diferenças individuais levando em consideração a formação para a cidadania, pois a partir desta perspectiva do ensino da LI nas séries iniciais, vislumbramos a proposta de que a escola possibilite o desenvolvimento da autonomia moral, condicionando a reflexão ética, e o domínio de um novo idioma.
Analisando o uso do Inglês como uma ferramenta para a formação da criança como cidadão, a LI pode promover a auto-estima, para que a criança nas séries iniciais valorize o que produz individualmente ou no grupo, favorecendo a convivência, considerando a igualdade e a identidade para que aprenda a conhecer, a fazer a ser e a conviver dentro de seu idioma ou em qualquer outro.
O ensino da LI desempenha um fator de que a aprendizagem de LE “não é só um exercício intelectual de aprendizagem de formas estruturais (...), é sim, uma experiência de vida, pois amplia as possibilidades de se agir discursivamente no mundo”. (BRASIL, MEC, 1998, p. 38)
Assim, o papel que a LI desempenha nas séries inicias é auxiliar as relações sociais e culturais da criança, possibilitando um desenvolvimento intelectual mais sólido para criança através do aspecto cultural que a LI possui, de forma a desenvolver as potencialidades individuais e ao mesmo tempo o trabalho coletivo. Isso implica o estímulo à autonomia do sujeito, desenvolvendo o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades. O aluno das séries inicias pode perceber que através do seu trabalho e do seu esforço é possível transformar e intervir no meio onde vive.
Aprender uma LE nas séries iniciais não é mais uma questão de necessidade, mas sim um direito que não pode ser negado a nenhuma criança, pois quando se ensina uma LE, neste caso o Inglês, nas séries iniciais, valoriza-se acima de tudo as competências e habilidades que a criança desenvolve ao longo de sua vida escolar.

3.0 OBJETIVOS

a) Objetivo geral:
Propiciar aos alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental a oportunidade de engajamento e interação no mundo social desde os níveis mais básicos, como também o faz entrar em contato com outras civilizações e culturas.O aspecto prático do aprendizado da língua inglesa levará a desenvolver, por meio de tarefas variadas, atividades significativas e úteis para um aluno que inicia seu aprendizado em inglês como língua estrangeira.


b) Objetivos específicos:
- trabalhar juntamente com os professores do Currículo por Atividades auxiliando e globalizando as atividades de inglês com outras disciplinas;


- trabalhar inglês relacionando com aspectos do cotidiano;

- criar uma proposta de trabalhar Inglês na Educação Infantil e quatro primeiras séries do Ensino Fundamental.


4.0- METODOLOGIA

O projeto será desenvolvido na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom João Becker com alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental de 1ª a 4ª séries, com o acompanhamento da Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

A prefeitura Municipal de Ipiranga do Sul, contratará uma professora formada em Português/Inglês no período de desenvolvimento do projeto.

As aulas serão oferecidas aos alunos no horário normal de aula. O planejamento de todas as atividades será feito em conjunto com os demais professores da turma ( professora de Currículo, professor de Informática e professora de Educação Física e Artes )


5.0 CRONOGRAMA


Início: fevereiro de 2006
Término: dezembro de 2006


6.0 BIBLIOGRAFIA


BRANDÃO, Helena Nagamine, Introdução à análise do discurso. Campinas: Editora da Unicamp, 2002.

BRASIL. MEC. Parâmetros Curriculares nacionais: língua estrangeira / ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

BROWN, H. Douglas, Teaching by principles: and interactive approach to language pedagogy. 2nd ed. San Francisco: State University, 2001.

CHAGURI, J. P. A Importânica da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O DESAFIO DAS LETRAS, 2., 2004, Rolândia. Anais... Rolândia: FACCAR, 2005. 08 f. ISSN: 1808-2548

NUNES, Ana R. S. Carolino de Abreu. O Lúdico na Aquisição da Segunda Língua. Disponível on-line in . Acesso em 11 de maio. 2003.

OLIVEIRA, Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1993.
________. Teorias psicogenéticas em discussão. São Paulo: Summus, 1992.

ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Fontes, 2002.

SCHÜTZ, Richard. O que é talento para Línguas? English Made in Brazil. Disponível on-line in < ">http://www.sk.com.br/sk-talen.html>. Acesso em 06 de dez. 2003.
















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